VIAGEM A SANTIAGO DO CHILE.
CHILE: oficialmente República do Chile, é um país da América do Sul, que ocupa uma longa e estreita faixa costeira encravada entre a cordilheira dos Andes e o oceano Pacífico. Faz fronteira ao norte com o Peru, a nordeste com a Bolívia, a leste com a Argentina e a Passagem de Drake, a ponta mais meridional do país.
Pelo mapa podemos verificar como o pais é muito grande no sentido Norte – Sul e bem estreito no sentido Este – Oeste. Isso ocorre devido ao movimento das placas tectônicas que formam a crosta terrestre. Nesta área do globo, a Placa de Nazca – coberta pelo Oceano Pacífico, está penetrado por baixo da Placa Tectônica das Américas, como consequência ocorreu uma ciclópica elevação da crosta terrestre, formando a maior cadeia de montanhas do mundo a CORDILHEIRA ANDINA.
A atividade não parou ainda, só que seus efeitos ocorrem em milênios, mas certo indícios mostram que o fenômeno está ocorrendo: Tremores de terra. Uma milimétrica elevação dos Andes. E vulcões imensos ativos em vários pontos da cordilheira.
A VIAGEM:
Saída de Ribeirão Preto no dia 31-03-2019.
Saída de Ribeirão Preto.
Amanhecia no aeroporto Leite Lopes, eram 6:33h, um dia maravilhoso. O sol nascente irradiando sua luz atrás do Boeing, criando uma imagem maravilhosa. Não pude deixar de recordar, há 45 anos passados, quando tirei meu Breve de Piloto Privado, neste Aeroclube. Três vezes por semana chegava a esta hora neste aeroporto para ter instrução de voo. O instrutor chamava- se Hugo Boareto, grande mestre na aviação. O avião que tirei o breve era uma joia, um Cessna 150, ideal para as instruções de voo. Naquele tempo tudo era mais fácil, e eu como jovem biologicamente audaz, encarava tudo com muita felicidade. Com 9 horas de instruções, fiz meu primeiro voo solo. Lógico que já havia passado, muito bem por sinal, no exame teórico feito pela FAB.
Bom deixemos estas emocionantes lembranças de anos passados, anos, quando era possível ter um avião pequeno, o meu era um EMB 711-C, no Brasil Corisco, nos USA Cherokee.
Sempre fui um amante da aviação, grandes jatos que chegam, grandes equipamentos que decolam, cheios de gente, alguns repletos de ilusões. As distâncias, de milhares de quilômetros de “ontem” hoje são medidos em minutos de voo.
Esta magnífica aeronave, já descarregou centenas de passageiros, pegou outra, e partiu para o norte.
Aí estou eu, tentando dar a pinta de turista. Mas um caipira, sendo fotografado pela esposa Any, todo alegre pois vamos passear em Santiago do Chile.
Aí está a Any, esposa e grande companheira de viagens, no Chek-in para a viagem.
Estamos nos caminhando para o embarque, com destino Congonhas em São Paulo, onde faremos o translado para o aeroporto internacional de Guarulhos.
Avião caminhando para a cabeceira da pista, pela passagem auxiliar, nestes anos nosso aeroporto melhorou muito, mas tem muito a ser feito ainda.
Alegria de estarmos em Boeing 737 saindo para uma viagem.
A pequena filmagem na decolagem.
A riqueza do Brasil, aqui mostrada nestas fotografias. Canaviais imensos e intermináveis, ao longe uma usina de álcool e açúcar, das maiores do pais. Terras roxas, planas e férteis, rios com água em abundância. Maravilha!
Detalhes da fotografia anterior.
Aplicando um contraste na fotografia anterior. Cidade. Canaviais. Pastos. Matas galerias. Rios e Cidade.
Os meandros do Rio Pardo, cortando toda a região, em Pontal ele recebe o Rio Mogi Guaçu, e vai desaguar no Rio Grande na divisa com Minas Gerais, na cidade de Ícem e Planura. O roxo, das barretas águas do rio refletem a fertilidade do solo da região.
Nós que pilotávamos aviões simples a hélice, com muita calma chegávamos a 10.000 pés de altitude, ou seja, na altura que estão as nuvens “lá em baixo”. Hoje estes jatos com turbinas, com mais 38.000 libras de pressão cada uma, ou muito mais, chegam com facilidade a 32.000 pés de altitude. Incrível!
As facilidades de voar, em pouco tempo, já estávamos preparando para pousar em São Paulo. Na fotografia nuvens cúmulos de bom tempo, provavelmente a 10.000 pés de altura e o Boeing provavelmente ainda a uns 18.000 pés de altitude. As turbinas já reduzidas, avião perdendo altura e entrando no tráfego aéreo do aeroporto de Congonhas. Estamos sobre um grande reservatório de água da megalópole cidade.
Uma imagem feliz, já a 7.000 pés de altitude, a aeronave busca um bloqueio com direção ao sul, contornando o pico do Jaraguá. As rotas nesta região têm que serem precisas, mais ao sul desta área o tráfego aéreo é do aeroporto internacional de Guarulhos.
Entrando na reta final de Congonhas, foi possível esta fotografia, um tapete de nuvens cúmulos para o sul, riscos de altos cirrus a grande altitude, E a maior coincidência uma aeronave no horizonte, que decolou de Guarulhos rumo ao norte.
Estamos na reta final do aeroporto de Congonhas, que praticamente é paralela ao Rio Tietê.
Filmagem de São Paulo na hora do pouso, filmagem.
É sempre emocionante quando a aeronave toca o solo, o atrito dos pneus no solo, sentindo a corrida pela pista, a reversão das turbinas, brecando energicamente todo conjunto e a agitação das pessoas como se estivessem para sair de seus assentos e descerem da aeronave. São os chamados “manicacas”.
O TRANSLADO DO AEROPORTO DE CONGONHAS PARA O INTERNACIONAL DE GUARULHOS.
Confesso que fazia muitos anos que não passava por Congonhas, nos últimos anos aterrissava em Marte. Fiquei muito surpreso com o aumento das dependências do aeroporto, do movimento intenso, existência de esteiras rolantes, tudo muito bem sinalizado, parecia mesmo estarmos no primeiro mundo. Fiquei feliz, em me dirigir para a área do embarque em um ônibus da companhia e irmos para Guarulhos. São uns 50 Km de distância, estávamos tranquilos pois tínhamos muito tempo para a conexão.
Não deixa de ser emocionante chegar em um aeroporto internacional, imenso como este, Guarulhos, e logo vermos a alta torre de controle, encimada por um grande radar, e sabermos, termos a consciência, que ali dentro estão as pessoas responsáveis pela segurança de todas as aeronaves em trânsito, não somente no tráfego do aeroporto, mas parte ligado a todo Sistema CINDACTA do Brasil.
Andamos muito para achamos o lugar do check-in de nosso voo. Hoje tudo ficou muito grande, imenso mesmo. Em 1995 quando desci em Miami, fiquei boquiaberto com o tamanho do aeroporto. O uso de esteira rolantes para vencer distâncias. Hoje Guarulhos me surpreendeu, tenho que andar mais, viajar mais, ver como o mundo tem evoluído tanto. Sei que, apesar da idade, espero ter tempo de usufruir de tudo isso. Pode-se dizer que este aeroporto é um monumento à aviação brasileira e a cidade de São Paulo.
Já fui viajado, hoje estou bem para trás! Fiquei boquiaberto com o tamanho da turbina do avião que iríamos pegar para Santiago. Comparando a turbina, com o caminhão de abastecimento, pode-se notar que o caminhão caberia dentro da turbina do jato. No meu tempo as turbinas dos Boeing 707 geravam 27.000 libras de pressão era loucura, imaginar.
Nota: Esta turbina, Rolls Royce, é das maiores existentes no mundo, apenas duas turbinas fazem este avião voar como veremos. Ela gera um empuxo de 32. 205 Kgf de força. Quando ele arranca na pista é como se ele tivesse 64.400Kgf, o empurrando para frente. A abertura da boca desta turbina é de 4m de altura. Ela custa em média 27 milhões de dólares, portanto é a peça mais cara de um Boeing.
Espcificações do avião, e a fotografia dele em voo foi tirada do Google.
Este avião é faricado nos Estados Unidos – BOEING. Custa uma média de 224 milhões de dólares. Pode levar até 400 passageiros. Velocidade máxima padrão 1.051 Km/h de cruzeiro 958 Km/h. Em um alcance de 14.140Km de distância. Peso máximo de 253.000 Kg.
Depois de fazer o tráfico da saída de São Paulo, pegou o rumo sudoeste, e 10 minutos de voo foi possível esta imagem extraordinária. As pessoas hoje em dia não dão nenhum valor a um equipamento como este avião. Para estar fazendo este voo, a quantidade de tecnologia agregada nesta aeronave é inimaginável por nós pilotos de 40 anos atrás. Seria um sonho mesmo. Voávamos apenas na altura, ou pouco mais que aquelas nuvens cúmulos “lá em baixo”.
Neste ponto percebemos que a rota começou a penetrar o continente, em direção a Santiago.
Esta filmagem vale a pena ser vista, pois nesta altitude, quase no limite da troposfera, o oceano se confunde com o azul da terra, as nuvens cirros moldam o horizonte, no espaço somos um ponto perdido e nada mais.
Esta imagem confirma de forma eloquente a frase dita há 53 anos, pelo primeiro astronauta russo a ir no espaço, Yuri Alekseievitch Gagarin: A TERRA É AZUL.
Atrás de todas as poltronas da aeronave tem uma tela de televisão (Led), onde podemos acompanhar todos os parâmetros do voo, incluindo um mapa com a rota e a localização a cada momento de onde estamos. No momento por exemplo mostra: Distância ainda até Santiago = 1865Km. Tempo de voo até lá = 2:31h. Mostrou a velocidade da aeronave = 1050Km/h. Temperatura no lado externo = -53°C.
VOANDO ENTRE AS NÚVENS.
O voo aos poucos ganhou mais altura. Com certeza o piloto, ganhou mais 1.000m de altitude para não navegar dentro do estrado cúmulos que estavam na rota. Pois dentro destas células meteorológicas, a aeronave pode balançar um pouco causando desconforto aos passageiros. Me impressionou bastante a camada de cirrus estrados, micro gotículas de água na forma de gelo, devido a temperatura de menos 53°C., a uma altura tão grande.
Nestas situações, acredito que a aproximação da cordilheira andina tenha alguma interferência nestas formações meteorológicas.
Passados uns 20 minutos de voo, começaram a aparecer pontos de estratos congestos, acredito para evoluções de outros tipos de nuvens. Seguramente o radar meteorológico do avião já havia informado o comandante da aeronave, este sim foi o motivo do ganho em altura e uma pequena alteração na rota.
O comandante foi muito feliz em seu procedimento, logo o alto estrato desapareceu, tornando possível ver o imenso Rio Paraná, cortando a Argentina, formando o imenso e famoso lugar de criamente de peixes, em todo vasto “Paranazão”. Sonho dos pescadores, onde se pratica “O pega e solta”, ecologicamente correto.
Esta fotografia foi com zoom, mostrando em mais detalhes esta rica região da Argentina, onde o Paranazão é uma maravilha em relação a ecologia.
Esta imagem com mais zoom, mostra a grande largura do rio. Também podemos ver os inúmeros corixos que se formam na região. Uma riqueza, toda água do Sul do Brasil, do Este da Bolívia e do Paraguai, estão passando por aí, para formar o grande estuário do Prata.
Fotografia do local que aparece na tela do computador de bordo.
Este é o painel de voo, mostrando a rota da aeronave exatamente no lugar onde tiramos as fotografias, em cima do Rio Paraná. Ao Sul pode-se ver o Estuário da Prata, braço imenso de água doce, onde no início está Buenos Aires e no fim Monte Vídeo. Pela cor marrom da água do Estuário, podemos avaliar seu grau de açoreamento, que aí está ocorrendo, é pena, toda terra da grande bacia, que é erodida da região sul americana, é precipitada nesta área. Os grandes navios já não conseguem passar até Buenos Aires. Existem grandes dragas, retirando a terra do fundo do estuário, abrindo um canal, para os navios de menores calado passarem.
Uma outra visão do painel do voo.
Na região a jusante do Rio Paraná uma área de muitas plantações – terras férteis agriculturáveis.
As nuvens cúmulos de bom tempo, já sofrem a influência da barreira Andina, e começam a se acumular, iniciando provavelmente mudanças nas células da atmosfera.
Esta é a imagem no painel do voo, no momento da fotografia anterior. Primeiro, o Boeing ganha altura vai para 11.582m, para passar os Andes e os cúmulos que provavelmente o radar da aeronave mostrou. Segundo, com isso a velocidade da aeronave cai automaticamente, indo para 813 Km/h. A temperatura se mantem nos padrões de -51°C.
Pequena filmagem do momento desta fotografia.
As nuvens estão se transformando em cúmulos nimbos. Google: Um cúmulo-nimbo ou, em latim cumulonimbus[1], é um tipo de nuvem caracterizada por um grande desenvolvimento vertical. Tipicamente, surge a partir do desenvolvimento de cúmulos que, por ação de ventos convectivos ascendentes, ganham massa e volume e passam a ser cumulus congestus e, no auge de sua evolução, torna-se um cúmulo-nimbo, quando atingem mais de quinze quilômetros de altura.
Estas nuvens cúmulo-nimbo, são extremamente perigosas para aviação, pois em seu interior, os ventos podem atingir até 400 Km/h, mudando constantemente de sentido. Além do mais sua energia estática, é imensa, o número de raios que ocorre dentro de sua célula é muito grande, havendo mesmo um número significativo que atingem a terra. Inúmeros desastres aéreos foram provocados por este tido de formação meteorológica. Hoje todo avião a jato é equipado com radares meteorológicos para evitar passar por estas formações.
Na rota que estávamos fazendo, o comandante foi muito competente, pois os CB que haviam, principalmente nesta área próxima aos Andes, ele os contornou com muito técnica, pois nenhum passageiro percebeu nada.
Para nós antigos pilotos privados, por mais que viajemos de jatos como passageiros lógico, não deixamos nunca de nos impressionar com uma imagem como esta. O nascimento de um cúmulo-nimbo, a 11.200m de altitude. O comandante subiu a aeronave mais de 500m para evitar estas células de instabilidade. E sobre a rota uma impressionante camada de Cirrus estratos, talvez a mais de 18.000m de altitude. Somente o avião CONCORDE, que voava a mais de 2.200Km/h, era capaz de navegar na altura de altos cirrus.
Mais próximo a cordilheira andina, aos cúmulos sobem impulsionados pelas correntes ascendentes, devido ao efeito orográfico da área, e os cúmulos se formam. As nuvens parecem paradas, mas não estão, o problema é que as estamos vendo a uma velocidade 1.100 Km/h.
Incrível estamos vendo o topo de um cúmulo-nimbos, muito mais alto que os 11.200m de altitude da aeronave, o comandante teve que fazer uma pequena correção não rota para não enfrentar este monstro de energia da natureza.
Falei para minha mulher que naquela altitude, a temperatura a menos 52 graus Célsius, estamos na área das nuvens cirrus, onde a água está congelada na forma de cristal. Por este motivo quando passam os jatos nestas áreas formam as maravilhosas trilhas de condensação, que muitos pensam ser “fumaça” das turbinas. Ela olhou incrédula para mim. Aí tive a oportunidade, de mostrar, na pequena concavidade externa da janela, da aeronave, os micros cristais de gelo, se aglutinando, formando pequenas espículas de gelo,
Esta é uma trilha de condensação típica, de um jato a mais de 10.000m. Da combustão do querosene, que sai a 400°C da turbina, sai também vapor de água. Como a temperatura externa é de menos -51°C, o vapor imediatamente se condensa e congela, formando os milhões de cristais de gelo, da trilha no espaço.
Derrepente em minutos, o tapete de nuvens fica para trás, seguro pela parede de montanhas a mais de 4.000m em média, da imponente Cordilheira Andina. Algumas geleiras, ainda permanecem, nas alturas dos vales, entre picos enormes.
Estamos em cima da cordilheira dos Andes. Apenas a 20 minutos de Santiago, percebe-se uma pequena diminuição no rugido das turbinas, a altitude da aeronave lentamente começa a diminuir, neste momento estávamos a 9.800m de altitude.
As montanhas da cordilheira impressionam muito. Tudo é expectativa, a aeromoça já anunciava a chegada em Santiago, que fica pouco mais (40Km) do sopé da cadeia andina.
A emoção de estarmos passando a cordilheira é muito grande.
A cordilheira ficou para trás, estamos no tráfego do aeroporto de Santiago.
Por que se tenha viajado, o verdadeiro entusiasta dos passeios aproveita de tudo. Cada etapa uma aventura, cada aventura uma emoção.
Aeroporto de Santiago. Apenas duas coisas que não me agradaram na viagem: o Aeroporto no que se refere ao atendimento, assim como o hotel, pequeno, escadas e péssimo atendimento. Por isso não vou tecer nenhuma consideração sobre ambos.
FOTOGRAFIA DO GOOGLE EARTH
Esta fotografia mostra muito bem a posição da cidade de Santiago, em relação a Cordilheira Andina a Este da cidade, e a Serraria a Oeste, para as áreas do Oceano Pacífico. A imagem é muito esclarecedora. Primeiro lugar nos chama a atenção Cordilheira Andina, a Este (E) da cidade, estando localizada bem ao sopé das montanhas. Em segundo lugar as montanhas da Costa, quase insignificantes se comparada aos Andes, localizadas para o lado do Oceano Pacífico, isto é, a Oeste (W) de Santiago. Aí podemos constatar que a região de Santiago fica em um vale (80Km – norte – sul e 45 Km leste – Oeste – em média). Isso tem uma profunda influência na meteorologia da cidade. Já estive em Santiago, onde ocorreu uma poluição muito grande na região, por falta de circulação do ar e a poluição da área metropolitana.
No primeiro dia, fizemos um tour pela cidade.
Filmagem de uma área do parque.
As cores e a postura destas aves pernaltas, coloridas e diferentes, encantam todo o ambiente do parque.
Se estas pedras pudessem contar sua história, teriam milhares de anos para relatarem. Saíram das profundezas da Terra, impulsionadas pela Placa Tectônica de Nazca, há mais de 15 milhões de anos. Subiram ao topo dos Andes, onde o peso imenso das geleiras a fraturaram. Depois houve o degelo, elas foram rolando montanhas a baixo, e polindo umas nas outras, milênios se passaram neste processo, forças iguais, fatores semelhantes, criaram milhões destas formações, que continuam a rolar na época do degelo, montanhas a baixo. Aí estão elas atestado todos estes eventos, da história da Terra.
Do parque que visitamos, ao olhar para os Andes as montanhas aparecem tão perto, devido à grande altura da montanha, mas estamos a 50 Km de distância.
O guia nos mostrou com muita ênfase este belíssimo prédio a direita, como sendo a joia da coroa, isto é, o arranha-céu mais alto da América do Sul.
Nos levaram a uma loja com coisas maravilhosas, nós gostamos muito, valeu a pena.
Esta é uma loja de joias semipreciosas. Mas realmente tudo muito lindo. As feitas com pedras de malaquita, são realmente belas. As drusas são de uma multiplicidade muito grande. Enfim, se a pessoa se entusiasma, compra muita coisa, que talvez nunca vai usar. Precisamos ter cautela nestes lugares!
Depois de tempos, olhando as maravilhas da loja, o guia nos levou ao mercado, em um restaurante para o almoço.
O Rio Mapocho (Mapudungun Mapuchuco, “água que penetra na terra“) é um rio do Chile localizado na Região Metropolitana de Santiago. O rio possui 110 km de comprimento, nasce na cidade de Lo Barnechea. Flui de leste a oeste, passando pelas cidades de Providencia, Santiago e Maipu. Deixa a cidade de Santiago e dirige-se a sudoeste. Encontra-se com o Rio Maipo que desemboca no Oceano Pacífico, próximo à cidade costeira de Llolleo localizada a aproximadamente 70 quilômetros ao sul de Valparaiso.
O Palácio de La Moneda ou simplesmente La Moneda é a sede da Presidência da República do Chile. Também abriga o Ministério do Interior, a Secretaria Geral da Presidência e a Secretaria Geral do Governo.
Esta imagem de Sato Tiago, está na catedral metropolitana da cidade. O santo era um dos apóstolos de Jesus. É protetor dos aventureiros. Ele deu o nome à capital chilena.
Estamos na praça da catedral.
Estivemos almoçando no mercado central da cidade, o que não nos impressionou nada. Talvez devido ao fato do guia estar com pressa para o próximo passeio que seria em uma vinícola, a Noroeste da capital.
PARA NÃO FICARMOS PERDIDOS NOS PASSEIOS RESOLVI USAR ESTA FOTOGRAFIA DO SATÉLITE DO GOOGLE.
Posição da Vinícola Concha y Toro em relação à cidade.
Esta é a entrada da vinícola, onde tivemos que esperar um pouco, pois, entra-se em grupos para se conhecer toda a estrutura da pela propriedade.
A história do vinho no Chile começa no século XVI, quando os conquistadores espanhóis trouxeram as primeiras videiras. Ao longo dos anos, a indústria do vinho no Chile é profissionalizada, mantendo sua tradição. Atualmente, a Concha y Toro é o principal exportador de vinhos da América Latina e uma das marcas mais importantes do mundo, com presença em mais de 130 países. Uma empresa global que une tradição e inovação e fortalece seu compromisso com o consumidor para oferecer a melhor qualidade e experiência em vinhos. A empresa alcançou reconhecimento internacional principalmente por seus vinhos Casillero del Diablo e Don Melchor.
Chegou nossa vez, de iniciar o tour, fomos ao primeiro grupo de videiras, com as quais os vinhos são feitos. Realmente tudo muito limpo e organizado.
Esta fotografia, é para mostrar a casa do dono da vinícola, depois da represa, um lugar muito limpo, bem cuidado e realmente bonito.
Cabernet sauvignon é uma casta de uvas da espécie Vitis vinifera a partir da qual é fabricado vinho. Originária da região de Bordeaux, no sudoeste da França, ela é a uva vinífera mais difundida no mundo, encontrando-se em todas as zonas temperadas e quentes. É conhecida como “a rainha das uvas tintas”.
Petit Verdot, também conhecida apenas como Verdot, é um tipo de uva de vinhos tintos clássica da região de Bordeaux, na França.
Muitos imaginam, que é preciso ser um expert para degustar vinhos. Seguindo algumas observações, é possível tirar o máximo proveito desse exercício tão prazeroso, que possibilita entender ainda mais sobre a proposta do especialista naquele momento de visitação na vinícola.
Gostamos muito, o guia nos deixou com a garrafa de vinho.
Visitamos 3 áreas específicas para que os toneis de vinho feitos de carvalho fossem armazenados, para a maturação. O clima dentro destas áreas é completamente controlado.
FILME DENTRO DA CAVE DEL DIABLO.
Disse o guia que nesta vinícola havia roubo de vinhos, dentro destas áreas de armazenamento. Então colocaram uma imagem do diabo dentro, e disseram que a coisa ruim iria pegar quem roubava o vinho. Nasce então uma famosa marca de vinho, da Concha y Toro, Casillero del Diablo.
Desde então não houve mais roubo de vinho na “CAVE”. A Lenda:
MELCHOR, Concha y Toro, difundiu entre os trabalhadores de sua propriedade que o próprio “diabo” habitava em sua adega particular. Como naquela época era comum ouvir histórias tenebrosas sobre criaturas diabólicas que matavam e esquartejavam as pessoas, essa história ganhou um grande peso sobre os moradores daquela região. Com isso os problemas com furtos acabaram.
Ai esta a Any no escritório central da vinícola
De volta a Santiago.
NO OUTRO DIA FOMOS AOS ANDES EM UMA ESTAÇÃO DE ESQUI NO VALLE NEVADO.
Esta é a localização do Valle do Nevado, na cordilheira, passando pelo Farellones, com vistas ao pico mais alto da região o SERRO PLUMO.
Esta é uma fotografia do satélite do Google, mostrando exatamente o lugar do mapa anterior. Mostra os pontos da estrada em curvas, subindo pelas montanhas. Mostra o vale do Rio Maipo. Depois a íngreme subida para o Valle Nevado. Como veremos é muita beleza, não sabemos nem para que lado admirar.
Esta é uma fotografia do Google da estação de esqui do Valle Nevado no inverno, contudo, fomos no verão assim nossas imagens serão outras, sem a neve, claro. Realmente a gente tem muita vontade de voltar no inverno, pois parece um outro mundo, a imagem é realmente maravilhosa.
Esta é a imagem de como vimos o Valle Nevado, sem a neve, mesmo assim é de uma beleza extraordinária, todos nós ficamos muito exultantes de estarmos lá, chegamos a ver um condor passar planando pelo espaço, é inacreditável.
A viagem ao Valle Nevado.
Na saída da cidade já nos impressionou muito a beleza do vale do rio Mapucho. Sempre tive vontade de conhecer o vale do Nevado, aquele momento estava subindo a cordilheira, meu sentimento era de euforia e expectativa.
Nas curvas que seguiram, o sol exuberantemente limpo, traçava a silhueta das montanhas andinas, mostrando sua magnitude. Incrível como as altas montanhas nos dá uma real sensação de profundidade, ou seja, as três dimensões do espaço, que nos cerca.
Estávamos sobre a ponte do rio. A profundidade do vale, o ruído do vento subindo pelo vale, as cristalinas águas do degelo andino, nos fazia sentir, a vitalidade da imensa cordilheira, como se tudo estivesse em atividade na natureza.,
A beleza deste vale é indescritível. No cume das altas montanhas, pequenas geleiras podiam ser vistas.
A subida dos Andes realmente é uma aventura. Em rampas, eram curvas sobre curvas. Muitos sentiam um pouco mal com as íngremes subidas.
Segundo o guia essas montanhas são vivas. A erosão, os fortes ventos moldam as arestas deixadas pelo gelo e pela chuva.
No meio de uma vegetação desértica e pobre, na beirada da estrada uma árvore, a 3.300m de altitude fiquei impressionado.
É realmente uma vista maravilhosa da construção desta estação de esqui. O que leva o homem a fazer uma construção destas em vários lugares do mundo? A aventura? O prazer de esquiar? O simples laser? A vontade intrínseca da conquista?
Fico pensando, nos contrastes da humanidade. Pelo mundo, quantas favelas, quantos desabrigados? Não de agora, é histórico.
Machu Pichu, por exemplo: Construído pelos Incas, povos que dominavam todo os Andes Peruanos e regiões. Por que escolheram uma obra faraônica como esta: Proteção, ostentação, poder, capacidade? Os motivos mudam aos longos dos séculos, mas os homens continuam a tentar superar todos, em fim os maiorais do seu tempo: Exemplos, Pirâmides Maias e Egípcias, os templos pelo mundo. E agora Dubai nos Emirados Árabes.
Nesta fotografia pode-se verificar que a cidade de Santiago está no sopé dos Andes.
Este restaurante, realmente é um luxo, primeiro pelo lugar maravilhoso que ele se encontra, segundo pela decoração e finalmente pela excelente comida.
A estrada como podemos ver sobe as montanhas em curvas fechadas e íngremes, chamadas de “caracoles”, é impressionante.
A noite fomos a uma restaurante, em um lugar muito bonito, praticamente uma galeria. Chamado de Pátio Bela Vista.
Não resta dúvidas, que haviam muitas “joias” maravilhosas. Any ficou encantada com tudo que viu por lá.
Este são os companheiros, muito alegres de nossa feliz viagem.
O ambiente era muito alegre e festivo.
NO DIA 03-04-2019 FOMOS PARA VALPARAISO E VINHA DEL MAR.
As estradas de boa qualidade, os motoristas educados, não observei em nenhum momento correria, ultrapassagens forçadas, deu para impressionar muito bem, a postura de caminhões e automóveis.
Em um posto & loja, já no município de Valparaiso paramos para um lanche. Aí pude sentir o vendo gelado, vindo do Oceano Pacífico, por sorte na loja havia agasalhos para venda.
Esta é uma região vinícola, mas precisei tirar uma foto com esta imensa garrafa de vinho.
Esta fotografia do Google é muito ilustrativa, mostra a posição de Santiago em relação ao famoso porto de Valparaiso.
Nesta imagem pode-se ver a posição do porto na cidade e as montanhas que cercam toda área das duas cidades Valparaiso e Vinha Del Mar.
A umidade que vem do oceano pacífico, vai se condensando nas montanhas, umedecendo as plantações. Nesta fotografia, são videiras das grandes vinícolas da região.
Logo que chegamos à cidade ficamos impressionados com a topografia do terreno, as casas parecem dependuradas nas encostas. Contudo quando viramos uma rua o porto nos deixou emocionados, pois este porto tem uma longa história, deste os espanhóis aí chegando, até hoje, pois está a costa das Américas do imenso Oceano Pacífico..
A visão do oceano, do porto com seus grandes navios carregando, conteres para todos os lugares do pacífico, isto é, para mais da metade do mundo. Isto mudou completamente nossa visão da cidade.
Any também teve que comprar agasalho, pois, o frio nos pegou de surpresa.
As ruas são muito íngremes de Valparaiso para Vinha Del Mar. Bem ao longe se avista Vinha Del Mar.
Este é o grupo que viajamos juntos para Valparaiso e Vinha Del Mar.
Any foi com amigos andar pelo mercado. Caia uma chuvinha gelada, eu fiquei vendo o movimento dos navios no porto.
Fiquei imaginando, quando os espanhóis chegaram com suas caravelas neste mesmo lugar. Vindos do outro lado do mundo. Passaram pela Terra do Fogo, Estreito de Magalhães. Lá no extremo sul das Américas, onde o Atlântico luta com o Oceano Pacífico, criando centenas de canais. Conta a história que o navegador demorou meses para descobrir essas passagens.
Quanta aventura, nestas terras distantes e geladas. Acharam primeiro o rastro dos índios, acharam que tinham os pés grandes, por isso declinaram o nome de toda região de PATAGÔNIA.
Durante a noite para se aquecerem, naturalmente, todos índios e tribos, acendiam fogueiras nas encostas da cadeia montanhosa, era um espetáculo, com certeza, por esse motivo a região recebeu um segundo nome: TERRA DO FOGO.
Agora 500 anos depois, estes imensos navios, com seus GPS, sonares, têm a rota em suas cartas náuticas, e por lá transitam com suas imensas cargas sem a mínima preocupação.
Eu e Any, parados ali no porto, vendo navios carregados partirem por todo este mundo de meu Deus, pensei:
– Até onde caminhará a humanidade, até onde irá suas conquistas, em busca de que: Do ouro? Do dinheiro? Da Glória? Do poder? Destruindo, como nos Andes por exemplo, civilizações milenares? Será que um dia não nos destruiremos também?
Do alto da cidade observamos a saída dos navios para todos os países banhados pelo oceano Pacífico. Ficamos imaginando seus destinos, seus comandantes e marinheiros. Em cada porto um pais, uma realidade. Quantos dias no mar para cruzar o maior oceano do mundo?
Eu e Any, paramos um certo tempo tentando imaginar a importância de estarmos ali, naquele exato ponto. Um privilégio para qualquer Sul Americano.
No porto estão as Aduanas e a chefia da Marinha: ARMADA DO CHILE.
Incrível o número de embarcações pesqueiras ali no Porto de Valparaiso, pois toda a região marítima nesta grande área é muito piscosa. As águas frias vinda das regiões polares, vêm riquíssimas de “krill”, pequenos crustáceos, que servem de alimentos para toda a fauna marítima da região. Esta corrente vai além da região costeira do Peru.
Na entrada do porto, como relíquia, colocaram estes dois antigos cachoes, que eram para a defesa contra os piratas do século XVI e XVII.
Um relógio de flores, a Anynha linda como nunca. Esta cidade é chamada de cidade das flores. O relógio marca as horas exatas, não é enfeite não
Eu quis sair em uma foto também, o relógio é um ícone da cidade. Ele está virado para o Oceano Pacífico.
Almoçamos frutos do mar em um ótimo restaurante, com vistas para o mar. Comida excelente.
Depois fomos caminhar pela orla do oceano, existe um muro de pedra de muitos metros de altura, não é para menos, pensar na quantidade de água que existe para oeste, dá medo mesmo.
Uma visão da altura das pedras que protegem a orla da cidade.
Uma filmagem muito feliz da Any mostrando o fim das pedras, e o começo da praia. Navios, pássaros e gente. Este é o Pacífico.
Este é o Oceano Pacífico, incrível imaginar até onde vão estas águas, ou melhor, de onde vieram?
O Pacífico é a maior extensão de água salgada da Terra, banha vários continentes: América do Norte, Central e do Sul; Todo o imenso continente Asiático, Austrália e milhares de Ilhas.
Esta fotografia do espaço mostra que realmente 2/3 da Terra é água, e nosso planeta poderia chamar de planeta água. Sendo o Oceano Pacífico uma imensidão sem fim.
Mesmo com o tempo encoberto, por uma camada de estrados congestos e fazendo um vento frio, Any quis sentir as ondas do pacífico. O mais interessante foi no vai e vem das águas podemos ver a diferença básica de nossas praias e as chilenas.
Para mim esta foto foi muito esclarecedora, pois, nossas areias praianas são mais claras devido ao predomínio dos cristais de sílica (quartzo). Nestas as rochas e minerais são em muito maiores, pois são erodidos das montanhas da costa. Os cristais de SiO2, são bem maiores, e agregam muitos outros minerais como: feldspato, mica, zircão, magnetita, ilmenita, mônazita, cassiterita. Na fotografia da Any, percebe-se uma grande quantidade de hematita, que formam linhas de precipitação por toda praia devido sua densidade ser maior.
DEPOIS QUE SAÍMOS DA PRAIA FORMOS PARA O MUSEO DA ILHA DE PÁSCOA.
Um museu muito bem feito, contudo, como fomos os únicos que quisemos visita-lo não foi possível ver tudo, os companheiros não gostavam destes estudos.
O povo RAPA NUI QUE HABITAVAM A Ilha de Pascoa, construíram imensa estátuas de pedra os MOAIS. Nem podemos imaginar como eles os fizeram, com estas ferramentas rudimentares aí expostas no museu. As ferramentas eram preciosidades, tinham nome, eram guardadas por pessoas responsáveis. Feitas de rochas extremamente duras, polidas muito bem, para poder ser usadas no acabamento das estátuas. Geralmente feitas de rochas magmáticas ou ígneas usam mais o basalto.
A Ilha de Páscoa é uma das mais isoladas do mundo. Ela fica na Polinésia Oriental a cerca de 3,7 mil quilômetros da costa do Chile. Talvez por ser tão afastada, ela seja ainda tão misteriosa, pois também abriga 887 estátuas de pedra gigantes (chamadas moai), que tornam o lugar ainda mais fascinante.
Segundo o National Geographic, esses imensos blocos de pedra, que apresentam figuras de cabeça e tronco, têm em média quatro metros de altura em sua maioria. O esforço para construir estes monumentos e movê-los ao redor da ilha deve ter sido impressionante, mas ninguém sabe exatamente por que o povo do lugar se empenhou em tal tarefa.
Segundo o National Geographic, esses imensos blocos de pedra, que apresentam figuras de cabeça e tronco, têm em média quatro metros de altura em sua maioria. O esforço para construir estes monumentos e movê-los ao redor da ilha deve ter sido imenso.
TANGATA MAORI E ANGA MAORE MAEA: São as pessoas mais importantes na confecção dos MOAIS. São os artesoes que constroem as sagradas estátuas.
A pesca, os frutos do mar eram fundamentais para os Rapa Nui, havia várias técnicas e utensílios para esta atividade.
Vários tipos de anzóis, arpões e fisgas.
Foram encontrados vários esqueletos na ilha. Este crânio estava bem conservado, mostra a anatomia dos dentes iguais ao homem moderno. Os dentes não apresentam nenhuma cárie. Talvez perdidos por trauma. Apresentavam um material ósseo, introduzido no músculo orbicular do lábio inferior. Semelhante aos índios botocudos na Amazônia. Incrível isso! Os molares e pré-molares remanescentes estão desgastados pelo uso, principalmente por alimentos com resquícios de areia.
O museu não era grande, mas muito bem organizado, chama muita a atenção, a própria povoação da Ilha de Pascoa que fica a 3.800Km do Chile.
Com esta visita terminamos nossa excursão em Vinha Del Mar e voltamos para Santiago.
A noite saímos com os amigos, para comemorarmos nosso belo passeio. Foi a despedida.
O lugar muito agradável. A comida deliciosa. Já dá saudade.
VIAGEM DE VOLTA PARA RIBEIRÃO PRETO.
Aí está a Any na loja duty free no aeroporto de Santiago. Achou muitas coisas boas, e passamos o tempo de espera.
Aí estou eu com cara de bobo, vendo tantas coisas bonitas e sentindo um perfume delicioso.
No voo de volta, não deu tempo de nada, um lanche, uma conversa alegre, um soninho e estávamos chegando em São Paulo, para conexão para ribeirão.
Uma lembrança do voo Santiago X São Paulo.
No momento que passávamos pelo corredor havia encostado uma Boeing dos Emirates, um dos maiores da companhia. Ficamos impressionados com a elegância da tripulação que passou pelo corredor.
Este á o turbo hélice da Passaredo, que viemos para Ribeirão Preto.
A emocionante chegada em nossa cidade, é muito bom viajar, mas estávamos felizes de estarmos voltando também. Contudo prontos para outras viagens, que é muito bom.